sábado, 1 de outubro de 2011

Libres en Esclavos

 >>> de uma oração feita nesse dia<<<


Aún que piense…
Hombre que estás libre
No lo estás.
Pues, en las cosas detente.

Los libres en esclavos
No conocen la verdad.
Solamente desviado
Por los vicios
Artificios
Una humanidad de suplicios.

Quizás yo acabar
Con el tráfico:
Un esclavo.
Con la absolutización:
Un esclavo.
De ideas y informática.
Un esclavo.
O del comercio negro;
Un esclavo.

Si son libres
Y en ellos transitan:
Presos, a punto de morir.

Y si ya murieron?
Es la perfecta oportunidad
De reavivar en la Palabra verdad
A esta Humanidad.

Ya no serán esclavos.
Pero tendrán unos clavos.
Que vienen de las
Manos,
De los
Pies.

Pero estarán libres!
Sin corrientes
Que a ninguno más
Se los atormentes.

Oscar Gilberto
24.3.10,

sábado, 27 de agosto de 2011

Cadeia

>>> De um dia de visita no presídio feminino Bom Pastor, em João Pessoa<<<

Um olhar de princípio
Antes de ver contudo,
Querer, mas também
O receio confuso.

O esquema permite
Que entremos:
E lá estamos.

Sem dizer nada,
O tédio
Desejando tudo,
Sair daquele prédio

Uma e outra moça,
Senhora talvez,
Ou simples menina
Com uma criança balança.

Vida triste.
Corrupção da sociedade.
Escárnio dos mal feitores.
Sugeira de uma má educação.

Reeducandas?
Só se for para triste vida
Lá se perde o que não tem:
A dignidade do bem.

Oscar Gilberto,
13. 02.10

domingo, 21 de agosto de 2011

Pujança do Egito


>>> Uma aula de História antiga me inspirou<<<


Numa sala grande
Se encontra você
Sozinho, porém
Sem, sem ninguém
Vê pessoas passarem
Mas apenas gatos sentarem

Poltrona ornada
O seu povo não tem nada:
Nada de beleza
Nada de coisas
Nada de esperteza
O seu povo é escravo Seu!

Mas eles têm clareza,
tem trabalho
tem trama
e não tem salário.

Você se orna
Sendo quem vigora
Faraó de outrora
Um deus não chora.

Do Nilo dádiva
Egito, um dia sumindo.
Antes de sucumbir:
Pirâmides, túmulos
Desenhos e hieróglifos
Mas é apenas no plantio e regadio
Que o povo mata a fome do fastio

Ainda para o seu povo
A morte é única esperança
De um dia naquele corpo
feliz volt´alma e descansa.

Oscar Gilberto,
17.3.10



domingo, 14 de agosto de 2011

O Homem do outro

>>Tenho um grande amigo que já vi muitas vezes se abnegando por causa do demais...<<


Geralmente ocupado
Mas hoje aqui, como sempre dirás:
Aqui tenho estado

Num estado que de repente
Não te pertence
Pois não é teu o trabalho

Faz para o outro
Cansas-te, envelheces
Faz para o outro, assim,
O mundo cresce

Com tuas mãos trabalha
Em tuas mãos Ele tece
Isto...
Deixa!
Aquele que Ama, a Ti Fortalece.

Por ti Aparece
Contigo Se cansa
Em Ti...
Quem? Calma.
De vez em quando não te estremeces?
É Cristo, nossa Esperança, não te parece?


Oscar Gilberto Rodas Gomes
22/10/2009. Ao P. Clúdio Pires, Sj

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Meus cálidos

>>> Nos períodos de inverno eu sempre reflexionava em relação àqueles que passamvam frio...<<<


Cobertores, cheios de horrores!
Não me perturbe veja-se bem
Longe! Hoje estou em meus costumes.

Cobertores sim, meus também, cálidos.
Enfeitam meu exterior,
Não quero saber, não vejo ninguém.

Não me perturbe, estou nos meus costumes.
Estou sem frio, você pra mim é um calafrio.
Se não fosse você eu estaria acomodado.
Mas você é jogado, me deixa acordado.

Outros o condenam,
À eles é incomodo
Inquieto-me com isto.
Estão embaixo de seus cobertores.
E eu? Como?
            Como?
Oscar Gilberto Rodas Gomes
2009

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O Ponto Comum

>>>Quando ainda jesuíta, com um amigo que perdera a mãe...<<



De longe, nem percebi
Aqui encontrado
Obrigado companheiro
No Senhor amado

Conquistou-nos de longe
Ele que se molda a tudo
Em todas as formas
Numa pomposa pedra
Ou na simples madeira

Nos une no seio
Materno que nunca vi
Mal chego e já senti

Comum nos junta
Como pode? Sem sangue?
Mas o ponto, é que:
Dele é o Sangue
Por isso tua mãe é minha.
Amigo Comum.

Oscar Gilberto,
19.02.10
Ao P. Sérgio.


segunda-feira, 18 de julho de 2011

O Leito


>>>Ainda quando não podia saboreá-la!!!<<<




“No leito da paixão que nos envolve deitou-se a Liberdade no quarto que parece ser do Proibido.
Fico aqui, fique ai! A distância é um espaço que desejo preencher com a alegria de viver muitas coisas!”


Oscar Gilberto,
1.3.10